06/12/2008

Soluções da Ficha de Revisão - Filosofia 11.º

Pág. 14.
Principais falácias formais
1. e 2. – definições de falácia, sofisma e paralogismo – pág. 56

Falácias de silogismos
1. São falácias que ocorrem quando não são respeitadas as regras de validade do silogismo.

3. A falácia da afirmação do consequente (modus ponens) ocorre quando, em vez de se afirmar o antecedente na premissa menor, se afirma o consequente. A falácia da negação do antecedente (modus tollens) ocorre quando, em vez de se negar o consequente na premissa menor, se nega o antecedente.
4.
a) Modus ponens – O vento sopra, logo o Sol brilha / Modus tollens – O Sol não brilha, logo o vento não sopra.
b) Modus ponens – Tu moras junto à praia, logo eu moro junto ao rio / Modus tollens – Eu não moro junto ao rio, logo tu não moras junto à praia.
c) Modus ponens – Eu não trabalho, logo ele descansa / Modus tollens – Ele não descansa, logo eu trabalho.
d) Modus ponens – Vejo as montras, logo passeio / Modus tollens – Não passeio, logo não vejo montras.
e) Modus ponens – Não sou feliz, logo duvido / Modus tollens – Não duvido, logo sou feliz.

Págs. 15/16
Questões de escolha múltipla
1. a) / 2. c) / 3. d) / 4. b) /5. a) / 6. c) / 7. a) / 8. d) / 9. b) / 10. d).

Págs. 23/24/25
1. Para podermos argumentar, devemos poder, em primeiro lugar, comunicar, pois a capacidade de transmitir ideias e debatê-las depende da possibilidade de estabelecermos comunicação com o nosso auditório. Podemos sempre comunicar sem argumentar, mas nunca o contrário.

2. O orador não se pode dar ao luxo de ignorar o contexto de recepção, pois é este que condiciona o grau de adesão do auditório à sua tese. Se as ideias e os valores de quem nos ouve forem contrários aos presentes na nossa tese, devemos procurar não só respeitá-los, mas também adaptar os nossos argumentos e adaptá-los de maneira a diminuir a resistência à sua aceitação.

3. O 1.º argumento é claramente demonstrativo, pois é exacto, impessoal e a sua aceitação não depende nem do contexto, nem das pessoas às quais é apresentado. Já o 2.º é argumentativo, pois parte de premissas cujo conteúdo é discutível e passível de gerar controvérsia.

4. e 5. - a distinção entre argumentar e demonstrar está bem patente no manual, esquema da pág. 68 e definições pág. 69.

6. Os objectos de acordo são ideias, princípios ou valores aceites pelo auditório, e que convém ter em conta antes de iniciarmos a nossa argumentação para termos maiores possibilidades de a vermos aceite por quem nos ouve.

7. As características do discurso publicitário estão patentes na pág. 73.

8. A definição está na pág. 74.

9. As características do discurso propagandístico estão patentes na pág. 75.

11. O Ethos está relacionado com a necessidade de o orador ser uma pessoa de confiança, de prestígio, para que estas características sirvam de argumento para persuadir o auditório.
O Pathos relaciona-se com a capacidade de determinados argumentos apelarem às emoções do auditório, sendo por isso mais eficazes.
O Logos é a dimensão do discurso que se relaciona com a preocupação com a sua estrutura, a sua verdade e lógica. Um discurso baseado no Logos é racional e centrado na sua veracidade.

14. a) Entimema / b) Indução por generalização / c) Analogia / d) Autoridade / e) Entimema / f) Indução por generalização / g) Autoridade / h) Indução por generalização / i) Autoridade.

16. Todas as crianças são inteligentes /(António é criança)/ António é inteligente.
(Todos os ricos são felizes)/ Os franceses são ricos / Os franceses são felizes.
Todos os meses de 31 dias são frios / Agosto é um mês de 31 dias /(Agosto é frio).

17. Na indução por generalização, extraímos uma conclusão que "conclui" mais do que aquilo que é suposto nas premissas. Por vezes o resultado é acertado, mas corremos muitas vezes o risco de tal não suceder. Ex.: As mesas desta sala são castanhas, logo todas as mesas das salas desta escola são castanhas.
Na indução por previsão, partimos do princípio de que podemos prever factos futuros por conhecermos alguns factos presentes ou passados. Ex.: De todas as vezes que passei naquela rua, o cão castanho ladrou. Logo, sempre que por lá passar, o cão vai ladrar. Qual é o problema deste raciocínio? Se um dia o cão não ladrar (o que acabará por acontecer…), a legitimidade do meu pensamento preditivo cai por terra.

19. Requisitos presentes na pág. 85 do manual.

20. As falácias formais ocorrem quando não são respeitadas as regras formais de validade do silogismo; as falácias informais ocorrem devido a erros de linguagem ou de conteúdo dos argumentos.

21. a) Ignorância de causa / b) Petição de princípio / c) Falso dilema / d) Apelo à força / e) Ad Hominem / f) Ignorância de causa / g) Apelo à ignorância / h) Falso dilema / i) Ad Misericordiam.

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